Guerra

GUERRA

Ainda que se encontrem sugestões sobre a origem francesa do nome, as indicações encontradas, para a presença do nome em Portugal, apontam para uma origem espanhola e medieval para este sobrenome, encontrada em Castela, importante reino cristão. Nome proveniente de alcunha, desde logo se conhecem duas famílias da nobreza que o adotaram por apelido, sendo a primeira e mais importante pertencente a um dos ramos dos Eças (varonia real por descendentes de D. Pedro I) que usa por isso as armas destes. A outra, proveniente das Astúrias, veio para Portugal em época que não se podem precisar, na pessoa de Sebastião Rodriguez de la Guerra, que viveu na Beira e aí casou com Isabel Rodrigues, portuguesa, deixando descendência na referida província, parece que especialmente radicada na vila de Linhares. (Possíveis variantes: Guerra, de Guerra, Guerro, Guerrero, Guerrera).

Escudo: De verde, uma torre de prata, assente sobre chamas que a envolvem; bordadura de ouro, carregada com a inscrição AVE MARIA GRATIA PLENA. Timbre: a torre incendiada do escudo.

RAMO FAMILIAR
Palmira do Nascimento Guerra imigrou ao Brasil com seu filho Ernesto Marques de Oliveira entre 1910/11 ao final da presidência de Nilo Peçanha logo seguido por Hermes da Fonseca. Ernesto nasceu em Lisboa em 1910. Sua mãe, Palmira (Palmyra) era de Cadafaz em Celorico da Beira, na Serra da Estrela, Portugal. (Meio caminho entre Viseu e Guarda). O pai de Ernesto, Clemente Marques de Oliveira, já havia imigrado. Durante 1912, ao menos, Clemente trabalhou na Fazenda São Joaquim / Santa Gertrudes de onde escreveu cartas carinhosas à Palmira que já se encontrava em São Paulo, SP, BR.
A união de Clemente e Palmira não prosseguiu em terras brasileiras, e ela criou seu filho Ernesto.

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