Marques de Oliveira
MARQUES DE OLIVEIRA
Pode ser interpretado isoladamente, Marques e Oliveira ou unidos em um único nome de família. Abaixo descreve-se ambas as formas. No caso familiar trata-se da composião de dois sobrenomes separados e unidos desde Clemente pai de Ernesto (atualizado em jun/2008)
MARQUES DE OLIVEIRA
Pode ser compreendido como um sobrenome único, uma vez que são encontrados associados desde o século XVI. Outra possibilidade é a de origem germânica (no sentido de marco, marca – aquele que defende a fronteira) chegando até Portugal via França e Espanha, onde é bem difundido. Em conjunto, Marques de Oliveira, parece indicar uma única origem e linhagem. Uma interpretação bastante verossímel é de tratar-se de um único sobrenome composto por um patronímico, Marques, filhos de Marcos ou variantes, provenientes de uma região de olival, provável Santa Maria de Oliveira.
Por carta de 24 de Abril de 1545, o Imperador Carlos V concedeu a D. António Marques de Oliveira, Alcaide-mor de Coimbra, Cônsul Geral em Antuérpia, as seguintes armas: Escudo cortado, sendo o primeiro de ouro, uma águia estendida de negro, armada de vermelho, e o segundo de vermelho, uma cidade com sua muralhas e torres ameadas, tudo de prata, sainte de um rio do mesmo. Timbre: a águia do escudo.
Outros Marques usam: de azul, um castelo de prata, flanqueado por duas chaves adossadas de ouro com os palhetões para baixo.
Há um pintor de renome, na região de Viseu, Portugal, com o mesmo sobrenome Marques de Oliveira. Por tratar-se do mesmo nome na mesma região há grande possibilidade de parentesco.
MARQUES
Além das possíveis origens desenvolvidas no próximo tópico, Marques de Oliveira, há uma outra explicação para o caso do sobrenome isolado que é a de ser um patronímico, pois pode ter sua origem em um nome próprio, Marcos, ou Marques era como se chamava alguém que era filho do senhor Marcos, pelo que é inteiramente possível que existam diversas famílias que o tenham adotado por apelido, sem se verificarem entre elas quaisquer laços de parentesco. Encontra-se também a forma Marquez. (Outras variantes possíveis são: Marquis, Marques, Marquise, Marquy, Marqui, Marcquis, Marquess). Alguns apontam uma origem nos francos (ou franco-celtas) ao cognome, encontrado na Normandia, Pas-de-Calais, Boulogne-sur-Mer.
Poderá ser também referentes aos discípulos de São Marcos.
OLIVEIRA
Nome de raízes toponímicas, foi tirado da designação do Paço de Oliveira, na freguesia de Santa Maria de Oliveira. A família que adotou este nome por apelido é de remotas e nobres origens, a ela pertencendo o arcebispo de Braga D. Martinho Pires de Oliveira, que instituiu um rico morgadio em Évora, que deixou à descendência de seu irmão Pedro Oliveira. O nome Oliveira parece ter sido adotado também, pelos chamados cristão-novos, judeus convertidos ou refugiados, entretanto nem todos os Oliveiras, Coelhos, Marques etc são de origem judaicas.(*)
De oliveira, subst. comum (Antenor Nascentes, II, 223). Em Portugal esta família tem seu primeiro registro com Pedro de Oliveira, que foi o primeiro com este sobrenome, cujo filho Martim Pires de Oliveira, arcebispo de Braga, instituiu em 1306 o morgado de Oliveira, em seu irmão Mem Pires de Oliveira. Foi seu solar na freguesia de Santiago de Oliveira, donde esta família tomou o sobrenome, no concelho de Lanhoso. No tempo de D. Diniz I, rei de Portugal em 1281, já era «família antiga, ilustre e honrosa», como consta dos livros de inquirições desse rei (Anuário Genealógico Latino, I, 72).
As armas antigas dos Oliveiras, talvez de tão antigas, antecedam o nascimento das chamadas regras da armaria.
Possíveis variantes: Oliva, de Oliva, Olivas, Olivo, Olivos, Oliver, de Oliver, Oliv, Olive, Olivera, Oliveras, Olivero, Oliveros, de Oliveros, Olivrez, Oliverez, Olives, Olivar, Olivares.
Há traços genéticos em indivíduos Marques de Oliveira com pele muito clara e olhos azuis claros. Provavelmente Franco-Celtas (uma mera suposição)
RAMO FAMILIAR
O avô Ernesto Marques de Oliveira imigrou ao Brasil com sua mãe entre 1910/11 ao final da presidência de Nilo Peçanha logo seguido por Hermes da Fonseca. Ernesto nasceu em Lisboa, PT em 1910. Sua mãe, Palmira (Palmyra) era de Cadafaz em Celorico da Beira, na Serra da Estrela, Portugal. (Meio caminho entre Viseu e Guarda). Seu pai, Clemente Marques de Oliveira, padeiro, já havia imigrado. Nasceu em Alquerubim, Albergaria a Velha próximo a Aveiro (Região do Porto). Seus pais foram Domingos d’Oliveira e Maria MArques. Durante 1912, ao menos, Clemente trabalhou na Fazenda São Joaquim / Santa Gertrudes de onde escreveu cartas carinhosas à Palmira que já se encontrava em São Paulo, SP, BR.
A união de Clemente e Palmira não prosseguiu em terras brasileiras, e ela criou seu filho Ernesto.
Fazenda São Joaquim / Santa Gertrudes
http://www.fazendasantagertrudes.com.br/conteudo.asp?pag=historico_dir.html
http://www.camarasg.sp.gov.br/index.php?pg=cidade&tipo=historicocidade
Santa Gertrudes cenário de Novela da Globo
YouTube – Abertura da Novela Esperança
http://www.youtube.com/watch?v=zflUwsIAD5I
http://cienciaecultura.bvs.br/
scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252005000400003&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt
http://www.fazendaspaulistas.com.br/nucleos/limeira/santagertrudes/index.htm


Junho 1, 2008 às 1:34 pm
tenho a vontade de conhecer o meus atepaçados a minha origem se e portuguesa ou outra? saber sobre os meus bis avos
Junho 3, 2008 às 2:41 am
Com certeza proveniente de um passado não tão remoto a origem é portuguesa. Se este é o sobrenome entre mais vezes em contato. Quem sabe seja possível estabelecer algum ponto comum dos ramos familiares